
Venho de onde as fadas
teciam nossos destinos
- De ouro eram cidades,
de prata os nossos rios.
Serpentes não tinham fel;
desastres não ocorriam
As fontes de hidromel
em cascata escorriam
Os jardins eram só flores
- de chocolate era a rua –
telhados, só os cabelos:
a gente andava nua.
Carrego em minha mente
sensações intraduzíveis
Tenho a mania de sonhos
- de sonhos bem impossíveis.
Do paraíso natal
parti por curiosidade.
Este lugar que deixei
chamava... Felicidade!

Um comentário:
muiiito bom seu poema!
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