sexta-feira, 6 de junho de 2008

Paraíso




Venho de onde as fadas
teciam nossos destinos
- De ouro eram cidades,
de prata os nossos rios.

Serpentes não tinham fel;
desastres não ocorriam
As fontes de hidromel
em cascata escorriam


Os jardins eram só flores
- de chocolate era a rua –
telhados, só os cabelos:
a gente andava nua.

Carrego em minha mente
sensações intraduzíveis
Tenho a mania de sonhos
- de sonhos bem impossíveis.

Do paraíso natal
parti por curiosidade.
Este lugar que deixei
chamava... Felicidade!

Um comentário:

Unknown disse...

muiiito bom seu poema!